A “punição” de Rafinha Bastos pela emissora em que apresenta, junto com uma equipe de mau gosto, suas piadas ofensivas, tem tido uma grande repercussão com a mídia dizendo: “Rafinha Bastos passou dos limites...”
Percebam que ele só passou dos limites quando tomado as dores de suas insanas piadas são os homens nos quais suas esposas foram o “alvo da vez”.
Rafinha Bastos não está sendo punido pelo seu machismo agressivo, exacerbado e sem pudor, e nem por agredir e ferir dentro de suas “piadas” uma mulher, mãe, filha, esposa...
Mais Rafinha Bastos está sendo severamente punido porque as mulheres, mais recentes, vítimas de sua falta de escrúpulos, foram mulheres que por trás das tais, tinham homens ofendidos e influentes que consideraram a piada de muito mal gosto para os próprios.
O fato dele ter glorificado o estupro sofrido por milhares de mulheres anônimas, trazendo como conseqüência a revolta e indignação das mulheres perante esse absurdo em forma de piada, não trouxe a Rafinha Bastos sua devida punição, porque por trás desse “público” de mulheres estupradas, não tinha um “grande e influente” homem para trazer uma consciência da gravidade de seus comentários humorísticos sem critério.
Mulheres ofendidas, indignadas, são feministas extremistas, porque o julgamento de punição a uma agressão a mulher é determinada pelo homem e o quão ele foi, dentro dessa agressão, agredido. Então toma-se as dores: “marido, pai, filho, irmão, cunhado, amigo...” Como se as mulheres não pudessem responder por si mesma e avaliar o que é absurdo e ofensivo para a sua moral, dignidade e respeito; porque quem determina quando fomos ofendidas, ou quando uma piada passa ou não dos limites, é um homem ofendido.
Querem tirar minha capacidade de sentir e de saber quando sou ofendida, querem me anular quando grito, porque meu grito não pode ser ouvido, nem o meu e nem o grito de milhares de mulheres, porque somos anônimas, e porque conosco não existe uma voz fálica abrindo portas e dando o aval de nossas indignações, porque conosco não temos um dono de emissora, nem um pai ou um marido influente... Porque conosco só nos cabe ser mulher, feito aceitação de uma criação masculina onde acabamos sendo permissivas o suficiente para esse massacre moral continuar.
Percebam que ele só passou dos limites quando tomado as dores de suas insanas piadas são os homens nos quais suas esposas foram o “alvo da vez”.
Rafinha Bastos não está sendo punido pelo seu machismo agressivo, exacerbado e sem pudor, e nem por agredir e ferir dentro de suas “piadas” uma mulher, mãe, filha, esposa...
Mais Rafinha Bastos está sendo severamente punido porque as mulheres, mais recentes, vítimas de sua falta de escrúpulos, foram mulheres que por trás das tais, tinham homens ofendidos e influentes que consideraram a piada de muito mal gosto para os próprios.
O fato dele ter glorificado o estupro sofrido por milhares de mulheres anônimas, trazendo como conseqüência a revolta e indignação das mulheres perante esse absurdo em forma de piada, não trouxe a Rafinha Bastos sua devida punição, porque por trás desse “público” de mulheres estupradas, não tinha um “grande e influente” homem para trazer uma consciência da gravidade de seus comentários humorísticos sem critério.
Mulheres ofendidas, indignadas, são feministas extremistas, porque o julgamento de punição a uma agressão a mulher é determinada pelo homem e o quão ele foi, dentro dessa agressão, agredido. Então toma-se as dores: “marido, pai, filho, irmão, cunhado, amigo...” Como se as mulheres não pudessem responder por si mesma e avaliar o que é absurdo e ofensivo para a sua moral, dignidade e respeito; porque quem determina quando fomos ofendidas, ou quando uma piada passa ou não dos limites, é um homem ofendido.
Querem tirar minha capacidade de sentir e de saber quando sou ofendida, querem me anular quando grito, porque meu grito não pode ser ouvido, nem o meu e nem o grito de milhares de mulheres, porque somos anônimas, e porque conosco não existe uma voz fálica abrindo portas e dando o aval de nossas indignações, porque conosco não temos um dono de emissora, nem um pai ou um marido influente... Porque conosco só nos cabe ser mulher, feito aceitação de uma criação masculina onde acabamos sendo permissivas o suficiente para esse massacre moral continuar.
Estela Pop.

É um absurdo msm q aqueles babacas do CQC só estejam punindo esse infeliz agora. Ele devia é ter sido preso, e logo q soltou aquela "piada" infame do estupro. Ai, depois q ele fosse estuprado na prisão, eu queria ver se ele ia continuar achando graça na sua "piada".
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